sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sanatório.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Lança Negra - Parte 1: Futuro Não Tão Distante
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
O Triste Fim De Uma Sinfônia...
Derrotado. Era assim que ele estava naquele momento após anos servindo àquele ser maligno. Se não fosse por aqueles malditos serviçais, ele teria energia para ser vitorioso e resgatar sua família das garras do rei dos mentirosos e da extorsão. Agora era tarde demais, eles já estão mortos e ele, de certa forma, também. Seus poderes foram reduzidos, suas espadas retiradas e sua pose fora rebaixada de imponente para impotente, arrasado, lixo, escória. Resolveu, então, fugir e se exilar nos lugares mais imundos e escuros das cidades e, para não morrer de tédio já que sua eternidade foi mantida como castigo, caçar alguns bandidos.
Os anos se passaram e ele ficou conhecido como "a sombra", já que só agia na escuridão, dando a impressão que a própria escuridão era responsável pelos sumiços dos bandidos. Algumas poucas pessoas associaram o sumiço do assassino do diabo com a aparição da "sombra", o restante ficou dividido entre aqueles que esqueceram e os que achavam que ele fora mandado de volta para o inferno por ter cumprido suas obrigações.
O sofrimento nunca se extinguirá.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Última Introdução - A Sinfonia da Destruição Começa Agora!
Na casa atingida estava Andreas, um homem de vinte e seis anos que morava ali há uns cinco anos com sua família e, logo a frente dele, uma labareda vermelha com uma face demoníaca. Ao lado da carranca estavam sua mulher e filha, ambas inconscientes. O homem que sempre fora bom e valente estava agora de joelhos implorando pela vida de suas amadas. Então um trato foi proposto por aquela face horrenda: Andreas deveria se tornar o caçador particular daquele que se apresentava através da labareda, que nada mais era do que o próprio demônio. Para tal tarefa lhe foram prometidas armas, força física descomunal e a imortalidade. Também lhe fora prometido que nenhum inocente seria morto, apenas aqueles que realmente devem algo ao senhor das trevas.
Após muito negociar, Andreas percebeu que era impossível fazer com que o diabo mudasse de idéia; ele apenas ergueu a cabeça, olhou nos olhos da besta e aceitou o trato! Ele faria de tudo para ter sua amada família de volta! Quem diria que seu amor tão grande o faria sujar as mãos de sangue?! Ao aceitar, a casa se iluminou com intensidade, fazendo com que ele não enxergasse por alguns instantes. Quando retornou a ver, já não estavam ali a labareda e nem sua família; era o começo de uma nova vida, uma vida para resgatar sua família as custas de um trabalho sujo de sangue. Ao olhar para janela, percebeu que as pessoas da vizinhança tentavam observar o que havia acontecido e, com medo de acharem que ele tinha matado sua família, resolveu partir e iniciar uma vida anônima para que pudesse se dedicar totalmente ao trato e rever sua família o mais rápido possível!
Ele não sabia, mas era o começo de uma jornada sangrenta e praticamente sem fim; era a vida de assassino que estava prestes a surgir!
P.S.: A história inteira não será postada... apenas pequenos trechos como esse.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Segundo Prelúdio à Sinfonia da Destruição: Relato.
- Certeza mais que absoluta!
- Conte isso novamente! Tente lembrar dos detalhes. Há alguma coisa muito estranha nisso tudo!!
- Claro que há!! Bom, vou contar novamente, mas eu já disse tudo! Não há mais detalhes a serem lembrados!! Lá vou eu novamente: era mais ou menos umas oito da noite e eu estava fazendo meu turno na torre norte lá da prisão. De repente as luzes se apagaram! Alguém cortou a energia e foi esperto o bastante para dar um jeito no gerador também!!
Com a energia cortada, os presos conseguiram sair das celas, render os agentes e se reunir no pátio para elaborar algum plano de fuga, já que lá era o lugar mais claro da penitenciária toda - a lua estava linda aquele dia e iluminava bem o pátio. Ficaram conversando um bom tempo e um deles foi escolhido para atravessar os corredores e abrir a porta da frente. Ele então se dirigiu à escuridão e lá sumiu. Segundos após o sumiço, foi possível ouvir um barulho como de uma lâmina cortando o ar e de alguma coisa caindo no chão. Todos ficaram espantados olhando para a escuridão e cochichando o que poderia ter acontecido. Alguns instantes depois algo saiu do escuro a uma velocidade incrível, passou por um grupo de presos e se escondeu na escuridão do outro lado do pátio. Mal havia terminado de passar e os presos que estavam em seu caminho já estavam no chão, todos esquartejados!!! O caos tomou conta daquele pátio; todos corriam em várias direções! A "coisa" também resolveu sair da escuridão e, novamente a uma velocidade espantosa, passou a caçar cada um deles! O som de lâminas era frequente!
Em pouco menos de meia hora já estavam todos mortos, esquartejados. No final disso tudo a "coisa" parou no centro do pátio; parecia analisar para ver se não tinha esquecido de ninguém. E foi aí que eu pude ver que era um homem vestindo um sobretudo e com uma espada daquelas usadas por ninjas em cada mão. Seus olhos brilhavam em um tom azul.
Acho que ele não me viu. Apenas deu uma última olhada ao redor e caminhou tranquilamente até a escuridão. Nem preciso dizer que os reforços que eu pedi não encontraram nem vestígio dele, né? Sumiu completamente na escuridão! Como nos filmes de terror.
- Realmente intrigante! O que farão a respeito disso?
- Nada. Todos que morreram eram presos perigosos, assassinos, estupradores e coisas piores! Tinham até pacto com o demônio. Já os vi pedindo muitas coisas ao diabo. Não avisarão a mídia e nem os familiares. Essa gente mereceu.
- Concordo, mas ainda quero descobrir o que os matou!
- Eu prefiro nem descobrir! Deve ser coisa do cara lá de baixo! Melhor deixar como está!
P.S.: E isso é apenas o começo do fim. As dívidas serão cobradas uma a uma.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Prelúdio à Sinfônia da Destruição
Meu vício não fez mal a ninguém, mas fez um mal tremendo a mim! Estou preso a essa maldita condição para toda eternidade! tenho que fazer aquilo que sempre repudiei, sem direito de questionar se é certo ou errado, se devo ou não fazer, se posso ou não fazer. Não tenho negar: se me for pedido, hei de fazer. No começo eu ainda tentava questionar as ordens; realmente odiava fazer isso mas, quer saber de uma coisa? Estou gostando! Cada vez que faço me sinto mais revigorado! Meu sangue corre mais rápido, certamente correria se eu o tivesse, minhas mãos tremulam, me sinto no ápice, no clímax!!!
Mas, mesmo gostando, ainda há um porém: não posso fazer sem que me seja ordenado... isso realmente me irrita! Não tem importância; vale a pena esperar por cada ordem! Farei isso até o fim dos tempos...
Meu vício? Amar demais. O Castigo? Servir ao próprio diabo, assassinando cada um dos que fizeram alguma promessa em troca de algo, desde que esse algo tenha sido dado e o "pagamento" não cumprido. Acredite, não é todo mundo que cumpre com a palavra, mesmo tendo que acertar as contas com o demônio. Já que não acertam com ele enquanto vivos, pois não o temem até a hora da morte, acertarão pessoalmente através de mim!!!!
P.S.: Essa história está na minha cabeça faz muito tempo! Demorei a publicar algo aqui justamente por isso: só tinha essa história em mente!!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Noites Claramente Escuras
Cada rosto conhecido que aparece tem algum papel nada convencional e às vezes cruel nesse mundo que deveria ser de pura fantasia apenas. Os rostos se desfiguram, se escondem na escuridão de cada canto imundo da mente, apenas esperando o momento certo de avançar e destruir mais um desejo de alegria.
Passos na escuridão são ouvidos, cada vez mais próximos. A respiração fica cada vez mais ofegante, ansiosa e desesperada aguardando para descobrir quem é o autor daquele caminhar vagaroso e cada vez mais próximo, tão próximo que já da para sentir a presença de quem quer que esteja caminhando e...
Olhos abertos. Apenas o quarto ao seu redor. Corpo suado. Coração acelerado. Apenas mais um sonho que virou pesadelo. Voltou a dormir.
P.S.: É... ainda bem que minhas noites não são assim!